|
|
|
 |
|
|
|
|
|

|
Os
peixes vivíparos realizam a fecundação por união
sexual, onde o macho, com
seu gonopódio (nadadeira anal modificada) fecunda a fêmea.
Dentro de seu organismo acontecerá o desenvolvimento dos embriões. |
|
 |
|
Quanto ao dimorfismo sexual, a
maioria dos vivíparos são diferenciados logo após os três
primeiros meses. Nos Poecilídeos (Guppy, Espada, Plati e
Molinésia) a nadadeira anal do macho se transforma em três ou
quatro raios que se adelgaçam e se tornam um órgão reprodutor
(gonopódio). Dependendo de cada espécie, esse gonopódio pode
ser longo ou curto.
|
 |
|
|
Após o
contato sexual, o período de gestação é de cerca de trinta
dias. Geralmente ocorrem de duas a três posturas por ano,
dependendo dos fatores como temperatura, qualidade da água,
alimentação e saúde dos peixes; não havendo necessidade de novas
fecundações, pois a fêmea armazena espermatozóides.
Para uma boa
reprodução, recomenda-se duas ou mais fêmeas para um macho. Isso
faz com que uma só fêmea não se desgaste com a persistência do
macho em sua corte.
Os alevinos
vêm ao mundo vivos, perfeitamente formados; já dotados de um
instinto a ponto de saber que na presença de peixes maiores, mesmo
dos próprios pais, podem ser presas. Assim deve-se utilizar
artifícios para promover a fuga dos alevinos, como plantas naturais
de superfície, telas ou mesmo maternidades existentes no mercado.
Algumas horas após o nascimento, os alevinos já se alimentam de
ração em pó e náuplio de artêmia.
Colaboração:
José Henrique Miyamoto, técnico em aquariofilia.
Foto:
Carvalho Peixes Ornamentais
|
|
|
 |
|
 |
|
|