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Manter
contato com nossos animais de estimação é um dos
maiores prazeres que esse
relacionamento proporciona. Mas quando se trata de pequenos
animais é preciso tomar alguns cuidados para que não
aconteçam acidentes.
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De uma maneira geral, os roedores
aceitam o manuseio, se acostumados desde filhotes, caso contrário,
podem se mostrar arredios e até mesmo agressivos, pois morderão na
tentativa de se proteger. Eles tendem a se acostumar com o dono e
com o manuseio. Alguns podem interagir mais intensamente, como o
Porquinho-da-índia, e o Twister, que até aprende a atender pelos
nomes. Ferrets gostam muito de interagir com seus donos, e suas
brincadeiras podem algumas vezes envolver mordidas. Mas caso essas
mordidas se tornem fortes ou incômodas, os Ferrets devem ser
repreendidos verbalmente.
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É preciso que
o proprietário de um roedor de estimação aprenda a maneira
correta de segurar seu animal, pois existem várias situações nas
quais será necessário este manuseio, como troca de casais, limpeza
das instalações e separação de brigas.
No caso do
Gerbil, do Twister e do Ferret, que possuem caudas longas, evite a
tentação de pegá-los por elas, pois ao se debaterem, poderão
sofrer fraturas. Caso seja realmente necessário, pegue-os pela base
da cauda com uma mão, e com a outra segure o corpo, protegendo-o de
quedas. Com os outros roedores, pegue-os pelo dorso e rapidamente
faça um apoio com a mão em forma de concha.
Uma dica
importante é evitar que crianças pequenas manuseiem pequenos
animais sem a supervisão de um adulto, pois elas podem se assustar
com algum movimento brusco, deixá-los cair ou machucá-los se os
apertarem demasiadamente.
Outro fator a ser
levado em consideração é o relógio biológico de cada espécie,
que deve ser respeitado. Algumas são noturnas, como o Hamster, já
os Gerbis são diurnos. Evite manuseá-los nos seus horários de
descanso.
Evite também
trocar a gaiola de lugar, pois eles são animais que se
acostumam com sua casa, e não apreciam mudanças.
Diferente de
outras espécies, os pequenos animais devem ser respeitados como
animais de estimação, e mais admirados do que manuseados o tempo
todo, considerando-se a individualidade e grau de interatividade de
cada um.
Colaboração:
Marcelo
Serra, biólogo especialista da Elo Perdido, consultoria
técnica
para criadores de pequenos animais
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