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Sagrados
da Birmânia:
beleza
herdada dos deuses
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Foi
no templo de Lao-Tsun, sobre a vertente dos montes de
Lugh, na
Birmânia, atual Mianmá, onde surgiu o primeiro Sagrado da
Birmânia, de acordo com a lenda sobre a origem da raça. Toda
as noites, enquanto o sarcedote
Mun-Há |
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orava em adoração a
estátua de Tsun-Kyanksé, a
deusa de olhos azuis, Sinh, o chefe dos cem gatos sagrados do
templo, permanecia a seu lado. Naquela época, todos os gatos
do templo tinham o corpo branco e o rosto, patas e cauda, da
cor da terra, segundo a história.
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Hoje,
os Sagrados da Birmânia se apresentam nas variedades point
creme, vermelho, lilás, azul, chocolate, seal point
escama-de-tartaruga, entre outras. A atual aparência teria
sido o resultado de um milagre da deusa dos olhos azuis, que
transformou o pêlo branco do gato sagrado em dourado. Os
olhos tornaram-se iguais às duas puras safiras que enfeitavam
o rosto da divindade e a cor de terra de seus dedos foi
substituída pelo branco mais puro. |
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Sagrada ou
não, esta raça é muito tranqüila e
brincalhona, e por isso, uma das mais
indicadas para a convivência com crianças. Os Sagrados da Birmânia são
robustos e se adaptam facilmente a locais pequenos. Sua pelagem
semilonga requer escovação semanal.
Foto:
Gatil Bourg-en-Bresse
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